COMUNICADO IMPORTANTE

É com grande satisfação que comunicamos que a Regenera Medicina Veterinária Avançada, conseguiu um marco histórico ao obter a APROVAÇÃO DO PRIMEIRO REGISTRO DE PRODUTO BRASILEIRO A BASE DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS NA MEDICINA VETERINÁRIA.

O produto CaniStem está aprovado para tratar as doenças: Osteoartrose, Ceratoconjuntivite Seca e Sequela Neurológica de Cinomose.

Como é de conhecimento de todos, a Regenera Medicina Veterinária Avançada vem por anos buscando junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), a normatização da utilização da terapia com Células-Tronco na Medicina Veterinária. Foram anos de dedicação que hoje podem ser traduzidos em uma nova era para o exercício da Medicina Veterinária Regenerativa.

Agradecemos a todos que contribuíram pra este grande feito!

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Diabetes: perspectivas da terapia com células-tronco

Updated: Jan 24







Uma grande perspectiva para tratamento efetivo do diabetes, de acordo com o professor associado da Universidade Federal do Ceará (UFC), Renan Montenegro Jr., gerente de ensino e pesquisa dos Hospitais Universitários da UFC, é a chamada terapia celular com células-tronco. A utilização de tais células pluripotentes (que têm capacidade de se dividir e se transformar em outros tipos de células) traz a possibilidade de “reposição” da deficiência absoluta ou relativa que ocorre respectivamente no diabetes tipo 1 e tipo 2.

Já o coordenador da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Márcio Krakauer, diz que células-tronco foram a menina dos olhos, mas evoluíram mostrando que não é assim tão simples nem o caminho mais fácil. “Para diabetes tipo 2 existem estudos iniciais de células-tronco mesenquimais, que, se transformando, talvez possam atuar na produção de insulina. Ainda tem muita pesquisa, mas não tem perspectiva a curto nem longo prazo”, diz.

Sobre alimentação, Krakauer conta que há hoje o entendimento de que não precisa ocorrer restrição de tipos alimentares. “A questão é conhecer o que é saudável e quanto seria saudável pra cada pessoa – em calorias, em gramas. Não há restrição ao tipo, e sim às quantidades”, descreve.

Na rede estadual de saúde, o desafio, segundo a cardiologista e técnica da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Ana Lúcia de Sá Leitão, ainda hoje é ter a atenção primária organizada para evitar complicações; e assim, a longo tempo, diminuir o gasto em hospitais.

“Acompanhar as doenças crônicas é por meio de redes de atenção à saúde. A gente vem tentando construir essa rede. O diabético tem atendimento inicial na estratégia de saúde da família e o governo tem se preocupado em aumentar a territorialização”, afirma.

Em caso de complicações, em Fortaleza, afirma Ana Lúcia, há o Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão. “É um atendimento multidisciplinar. No resto do Estado, existe deficiência”, reconhece.

No Interior, 12 das 22 policlínicas dispõem de atendimento endocrinológico. A dificuldade maior fica para as regiões de saúde não contempladas. “Quando existe necessidade de um especialista, termina se deslocando para Fortaleza ou procurando um hospital de referência na sua região. Mas aos poucos estamos ampliando essa rede”, diz.

Nos últimos cinco anos, o número de internações por diabetes no Sistema Único de Saúde (SUS) teve queda de 6%, passando de 148,4 mil internações, em 2010, para 139,4 mil registros em 2014. O levantamento é do Ministério da Saúde.

O ministério garante que segue assegurado gratuitamente o tratamento no SUS, com as insulinas humanas NPH – suspensão injetável 1 e insulina humana regular, e mais outros três medicamentos que ajudam a controlar o índice de glicose no sangue: Glibenclamida, Metformida e Glicazida. A técnica da Sesa, Ana Lúcia de Sá Leitão, afirma que o repasse vem acontecendo normalmente no Ceará. (Viviane Sobral)


Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/cienciaesaude/2015/10/17/noticiasjornalcienciaesaude,3519372/diabetes-perspectivas-da-terapia-com-celulas-tronco.shtml