COMUNICADO IMPORTANTE

É com grande satisfação que comunicamos que a Regenera Medicina Veterinária Avançada, conseguiu um marco histórico ao obter a APROVAÇÃO DO PRIMEIRO REGISTRO DE PRODUTO BRASILEIRO A BASE DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS NA MEDICINA VETERINÁRIA.

O produto CaniStem está aprovado para tratar as doenças: Osteoartrose, Ceratoconjuntivite Seca e Sequela Neurológica de Cinomose.

Como é de conhecimento de todos, a Regenera Medicina Veterinária Avançada vem por anos buscando junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), a normatização da utilização da terapia com Células-Tronco na Medicina Veterinária. Foram anos de dedicação que hoje podem ser traduzidos em uma nova era para o exercício da Medicina Veterinária Regenerativa.

Agradecemos a todos que contribuíram pra este grande feito!

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Aplasia e Hipoplasia de Medula

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Com a terapia com células tronco oferecida pela Regenera®  é possível tratar aplasia e hipoplasia de medula em cães e gatos.

O que é aplasia e hipoplasia de medula

A medula óssea é o tecido responsável pela hematopoiese, ou seja, pela produção das células sanguíneas circulantes (leucócitos, eritrócitos e plaquetas). Quando ocorre uma deficiência na produção destas linhagens pela medula óssea, reflete uma diminuição destas células no sangue periférico (circulante), o que caracteriza um quadro de pancitopenia.

A aplasia medular (também conhecida como anemia aplásica) caracteriza-se por essa pancitopenia no sangue periférico e uma hipoplasia dos três tipos celulares na medula óssea, resultando na substituição do tecido hematopoiético por tecido adiposo. Quando mais de 75% de gordura compõem a medula de um cão adulto, somado a redução ou ausência dos três tipos celulares pode-se considerá-la aplásica (Moraes e Takahira 2010). O tratamento desta doença é limitado e com prognóstico geralmente desfavorável que pode levar o animal ao óbito.

Para entender melhor

Leucócitos são células que compõe o sistema imunológico ou seja, são as células de defesa, responsáveis pela proteção do organismo.

Eritrócitos são as células presentes em maior quantidade no sangue. Tem como principal componente a hemoglobina, com a função de fazer o transporte de oxigênio pelos diferentes tecidos do corpo humano.

Plaquetas são fragmentos de células responsáveis pela coagulação sanguínea.

Sintomas

Decorrente desta enfermidade, alguns sintomas como: anemia, infecções contínuas e sangramentos podem surgir. Na medicina veterinária há poucos avanços em relação aos tratamentos disponíveis e transplantes medulares, inclusive na identificação de doadores compatíveis.

Etiologia

A aplasia medular pode ser de origem infecciosa, induzida por drogas, associada a toxinas ou a radiação e também pode ser resultante da destruição das células tronco/progenitoras que compõem a medula óssea, além das causas idiopáticas. A frequência das causas de aplasia medular varia de acordo com a região e embora, na maioria das vezes, seja atribuída à erliquiose, nem sempre é possível confirmar a causa desta condição.ORIGEMEXEMPLOSAÇÃODROGAS E

AG. FÍSICOS

– Estrógeno, fenilbutazona, tripetoprim, sulfaziadina, quinidina, griseofulvina, anfotericina B, cefalosporinas, cloranfenicol,

– Agentes quimioterápicos (doxorrubicina)

– Radiação ionizantePodem comprometer a hematopoiese através do desencadeamento de reações imunes. O estrógeno pode ter uma ação inibitória sobre as CT e causar alteração na utilização de ferro pelos precursores eritróides, além de uma possível inibição da produção de fator estimulante de eritrócitos, reduzindo o número de células hematopoiéticas e inibindo a diferenciação e diminuição da resposta à eritropoietina.

A grande maioria dos casos de aplasia/hipoplasia com origem em drogas e agentes físicos pode ser considerada dose-dependente e reversível, ou seja, a diminuição da dose ou a interrupção do tratamento já são suficientes para reversão do quadro. Exceto a fenilbutazona que causa danos irreversíveis em células tronco e células progenitoras.INFECCIOSAEhrlichia canis

ParvovírusNo primeiro momento causa citopenia periférica resultante da destruição celular. Na fase crônica, a citopenia é de origem medular, resultante de uma hipoplasia medular de todos os precursores celulares.

Os parvovírus infectam células progenitoras e proliferativas da medula óssea, causando a pancitopenia e uma aplasia medular aguda.IDIOPÁTICAPouco relatos

Crônica e IrreversívelSugere-se que ocorra uma reação imune, mediada por linfócitos T, contra as células tronco hematopoiéticas. Interferons possuem um efeito antiproliferativo nas células progenitoras.

Tratamento

Na medicina veterinária, tratamentos específicos ainda não estão bem definidos. A conduta clínica inicial será de acordo com a causa, como por exemplo, suspender a administração da droga suspeita.

Outra medida adotada é a transfusão de sangue, que pode amenizar os sintomas, mas não é suficiente para curar a doença.

O transplante de medula óssea em animais não é aplicável devido à inviabilidade de obtenção de doadores compatíveis, portanto, restando como tratamento disponível, a terapia imunossupressora. Além disso, a necessidade de uma terapia de suporte intensiva e as possíveis complicações relacionadas ao tratamento, como a doença do enxerto versus hospedeiro, contribuem para a não aplicabilidade desta técnica na rotina veterinária.

Porém os tratamentos convencionais não tem se mostrado muito eficazes, pois há uma melhora parcial do quadro do animal, diferentemente dos resultados que foram apresentados nos casos já tratados de aplasia medular com a terapia de células tronco, onde apresentou tais resultados.

O que são células tronco

O que são células tronco?

As células tronco constituem uma população de células capaz de se auto renovar e se diferenciar em diferentes tipos celulares que compõe o organismo, incluindo o sistema hematopoiético. Por possuírem capacidade quase ilimitada de multiplicação in vitro e não apresentarem risco de rejeição frente ao transplante heterólogo, estas células tem se mostrado bastante atrativas para a medicina regenerativa, podendo ser aplicadas no tratamento de diferentes lesões, doenças e injúrias.

Efeitos parácrinos das células tronco

Há algum tempo foi demonstrado que diferente do que se acreditava inicialmente, as células tronco não são responsáveis somente pela homeostase do tecido as quais pertencem (Haynesworth et al., 1992). Além de atuarem como fonte de “reposição” de células tecido-específicas e como uma “reserva” de células prontas a se diferenciarem frente a estímulos específicos em caso de danos que requerem reparo extensivo, estas células podem atuar como “drugstores”, ou seja, são capazes de secretar moléculas bioativas responsáveis por atuarem não somente no local da injúria, como também em sítios distantes, através da sinalização celular (Caplan e Correa 2011).

Em 2006, Caplan e Dennis descreveram que além das demais propriedades já conhecidas, as células tronco podem ser mediadoras de atividades tróficas e imunomodulatórias através dos efeitos parácrinos que elas exercem nas demais células do organismo.

As células tronco no tratamento da aplasia medular

Dentre os efeitos parácrinos das células tronco, as atividades anti-inflamatória e imunomodulatória as tornam extremamente atrativas para a possível recuperação de animais afetados pela aplasia medular, pois além destas células serem capazes de diminuir o processo inflamatório e não provocarem reações imunológicas quando injetadas em outros animais, elas são responsáveis por repopular a medula óssea comprometida e também se diferenciar em células sadias e substituir a população danificada.

Além disso, as células tronco hematopoiéticas secretam uma série de fatores que atuam em outras células que compõe o microambiente medular. Dentre estes fatores estão as citocinas. As citocinas são proteínas que podem regular diversos aspectos relacionados à hematopoese. Estas proteínas são responsáveis por inibir a apoptose; induzir a mitose, e assim aumentar significativamente o número de células sadias; e prevenir a diferenciação mantendo uma população de células progenitoras (Abdelhay et al., 2009). As citocinas IL-3 e IL-6 mostraram ligar-se a receptores de superfície das células tronco e desta maneira se tornam responsáveis por regular funções como quiescência, autorrenovação e mobilidade. Além destas, outra citocina nomeada stem cell factor (SCF, fator das células tronco) também se mostrou importante na regulação da proliferação das células hematopoiéticas. Apesar deste fator não ser essencial para a geração de novas células hematopoiéticas, já foi demonstrado na literatura científica que a sinalização SCF/c-kit previne a apoptose destas células aumentando a chance de expansão das mesmas (Hassan e Zander 1996).

            Devido a estes efeitos parácrinos e outras características das células tronco, esta população se tornou de grande importância para a área da medicina regenerativa e, portanto, o crescente número de estudos e novos métodos para a realização de transplantes heterólogos utilizando estas células vem sendo aprimorado, não apenas para aplasia medular, como também para diversas outras doenças consideradas até então incuráveis.

Referências Bibliográficas

 Abdelhay, E.S.F.W.; Paraguaçú-Braga, F.H.; Binato, R. and Bouzas, L.F.S. Hematopoietic stem cells: expansion and perspectives for therapeutic use. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. v.31, p.2-8, 2009.

Caplan, A.I and Correa, D. The MSC: An injury drugstore. Cell Stem Cell. v.8, n.9, p.11-15, 2011.

Caplan, A.I and Dennis, J. Mesenchymal stem cells as trophic mediators. Journal of Cellular Biochemistry. v.98, p.1076–1084, 2006.

Hassan, H.T.; Zander, A. Stem cell factor as a survival and growth factor in human normal and malignant hematopoiesis. Acta Haematol. v.95, p.257-62, 1996.

Haynesworth, S.E.; Goshima, J; Goldberg, V.M and Caplan, A.I. Characterization of cells with osteogenic potential from human marrow. Bone. v.13, p.81-88, 1992.

Moraes, L.F. and Takahira, R.K. Aplastic bone marrow in dogs. Revista de Ciências Agroveterinárias. v.9, n.1, p.99-108, 2010.

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Veja alguns dos casos já tratados desta e de outras patologias:

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